Caso Eliza Samudio:Irmão legítimo de Bruno diz que ele abandonou família
“O que está acontecendo com o Bruno é tudo fruto de má companhia”. A afirmação é do irmão do goleiro, Rodrigo Fernandes das Dores de Sousa, 25 anos, que mora em Campo Maior, cidade distante 84 km ao Norte de Teresina, capital do Piauí. Segundo ele, o atleta deu as costas para a família e começou a se envolver com pessoas de má índole.
- Ele praticamente desprezou toda a família, inclusive a mãe – disse Rodrigo.
Rodrigo, que trabalha como gari, tem sido bastante procurado pela imprensa local para falar sobre a relação de Bruno com a família, bem como de seu caráter. Ele conta que é o único irmão legítimo de Bruno, apesar de ambos terem ao todo seis irmãos, uns por parte de pai outros por parte de mãe.
- Mas, só vim saber mesmo do Bruno em 2002, quando ele já era o terceiro goleiro do Atlético Mineiro – falou.
Ele conta que foi seu pai quem lhe falou sobre o Bruno, naquele ano.
- Nós fomos separados muito cedo, eu tinha menos de dois anos de idade, quando vim para o Piauí e o Bruno ficou com minha avó em Minas Gerais. Em 2004 eu fui conhecê-lo na capital mineira, por conta própria, e também conheci o menor envolvido no crime da amante dele e o Macarrão – disse, lembrando que quando lá esteve era tratado com muito carinho pelo irmão.
Mas, com o tempo tudo mudou. Quando Bruno conheceu pessoalmente a mãe, Sandra de Sousa, e descobriu que ela morava junto com outra mulher, virou-lhe as costas.
- Quando ele soube que nossa mãe era lésbica, ficou revoltado e tomou a casa que havia lhe prometido em Belo Horizonte – falou.
A mãe de Bruno e Rodrigo mora hoje em Alcobaça, no extremo sul do Bahia, e também não quer saber do filho.
- Ela desprezou o Bruno porque ele também o fez – disse.
A casa que era da mãe do Bruno em Belo Horizonte hoje é ocupada pela sogra de Bruno, a mãe de Dayanne, esposa do jogador. Até mesmo dele, Rodrigo, Bruno se afastou de vez.
- Depois das amizades, de uns três a quatro anos, quando ligo para ele, já escuto grosseria – comentou.
Segundo Rodrigo, a única vez que Bruno ajudou a mãe foi quando eles se encontraram em um programa de TV.
- A emoção foi tão forte que ela passou mal e foi parar no hospital. Ai ele deu R$ 2 mil e pagou a operação dela. Pronto, essa foi a única ajuda dele a família até então – destacou, pontuando que ninguém da família acredita na culpa do Bruno, mas não vai dar apoio ao mesmo caso ele seja realmente culpado.
No Piauí, Bruno ainda tem mais duas irmãs, Pamela e Iasmin, ambas menores de idade, que são filhas apenas por parte de pai. Elas moram no bairro Vila Bandeirantes, Zona Sudeste de Teresina.
- Eu morava junto com elas, mas casei e arrumei esse emprego aqui em Campo Maior – disse Rodrigo, acrescentando que em 2007 também esteve envolvido em má companhia e foi até preso.
- Mas, diferente do Bruno, procurei me afastar e ter uma vida decente.
O irmão do goleiro do Flamengo contou que está chocado com o crime da ex-amante de Bruno. Entretanto, mesmo com o abandono que se queixa, o sangue fala mais alto e ele defende o goleiro.
- Esse crime está tendo vários caminhos. A principal suspeita está saindo de cena, que é a mulher dele. Acredito nele, mas se ele for o culpado quero que ele pague pelo crime – completou.
- Ele praticamente desprezou toda a família, inclusive a mãe – disse Rodrigo.
Rodrigo, que trabalha como gari, tem sido bastante procurado pela imprensa local para falar sobre a relação de Bruno com a família, bem como de seu caráter. Ele conta que é o único irmão legítimo de Bruno, apesar de ambos terem ao todo seis irmãos, uns por parte de pai outros por parte de mãe.
- Mas, só vim saber mesmo do Bruno em 2002, quando ele já era o terceiro goleiro do Atlético Mineiro – falou.
Ele conta que foi seu pai quem lhe falou sobre o Bruno, naquele ano.
- Nós fomos separados muito cedo, eu tinha menos de dois anos de idade, quando vim para o Piauí e o Bruno ficou com minha avó em Minas Gerais. Em 2004 eu fui conhecê-lo na capital mineira, por conta própria, e também conheci o menor envolvido no crime da amante dele e o Macarrão – disse, lembrando que quando lá esteve era tratado com muito carinho pelo irmão.
Mas, com o tempo tudo mudou. Quando Bruno conheceu pessoalmente a mãe, Sandra de Sousa, e descobriu que ela morava junto com outra mulher, virou-lhe as costas.
- Quando ele soube que nossa mãe era lésbica, ficou revoltado e tomou a casa que havia lhe prometido em Belo Horizonte – falou.
A mãe de Bruno e Rodrigo mora hoje em Alcobaça, no extremo sul do Bahia, e também não quer saber do filho.
- Ela desprezou o Bruno porque ele também o fez – disse.
A casa que era da mãe do Bruno em Belo Horizonte hoje é ocupada pela sogra de Bruno, a mãe de Dayanne, esposa do jogador. Até mesmo dele, Rodrigo, Bruno se afastou de vez.
- Depois das amizades, de uns três a quatro anos, quando ligo para ele, já escuto grosseria – comentou.
Segundo Rodrigo, a única vez que Bruno ajudou a mãe foi quando eles se encontraram em um programa de TV.
- A emoção foi tão forte que ela passou mal e foi parar no hospital. Ai ele deu R$ 2 mil e pagou a operação dela. Pronto, essa foi a única ajuda dele a família até então – destacou, pontuando que ninguém da família acredita na culpa do Bruno, mas não vai dar apoio ao mesmo caso ele seja realmente culpado.
No Piauí, Bruno ainda tem mais duas irmãs, Pamela e Iasmin, ambas menores de idade, que são filhas apenas por parte de pai. Elas moram no bairro Vila Bandeirantes, Zona Sudeste de Teresina.
- Eu morava junto com elas, mas casei e arrumei esse emprego aqui em Campo Maior – disse Rodrigo, acrescentando que em 2007 também esteve envolvido em má companhia e foi até preso.
- Mas, diferente do Bruno, procurei me afastar e ter uma vida decente.
O irmão do goleiro do Flamengo contou que está chocado com o crime da ex-amante de Bruno. Entretanto, mesmo com o abandono que se queixa, o sangue fala mais alto e ele defende o goleiro.
- Esse crime está tendo vários caminhos. A principal suspeita está saindo de cena, que é a mulher dele. Acredito nele, mas se ele for o culpado quero que ele pague pelo crime – completou.
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Caso Eliza Samudio:Bruno, Bola e Macarrão não fazem exame de DNA
Publicado em 09/07/2010 por Rafael Santos
Delegado vê recusa como tentativa de retardar investigações
Bruno, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, foram levados na manhã desta sexta-feira do presídio onde estavam para o Departamento de Investigações de Lagoinhas, no Noroeste de Belo Horizonte, para fazerem exames de DNA. O resultado seria usado para comparar com o sangue encontrado no carro do goleiro. Porém, instruídos pelos advogados, os investigados pelo desaparecimento de Eliza Samudio se recusaram a ceder material.
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Caso Bruno:O depoimento do menor
Publicado em 09/07/2010 por Rafael Santos
O adolescente de 17 anos, primo de Bruno, e Macarrão, amigo do goleiro, levam Eliza Samudio de carro, uma Range Rover preta, do Rio de Janeiro para o sítio, localizado no município de Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (Minas Gerais). O menor se esconde no porta-malas do carro e, com o veículo em movimento, pula para o banco de trás com a arma na mão e dá três coronhadas na cabeça da modelo. A viagem continua até o sítio de Bruno.
O menor e Macarrão chegam ao sítio de madrugada. Macarrão fica em um quarto, o menor em outro e Eliza em um terceiro com seu bebê de quatro meses. A modelo não fica trancada, mas Sérgio é responsável por vigiá-la. Sergio entrega um telefone para Eliza e a obriga a ligar para uma amiga e dizer que estava bem. Uma caixa de som foi colacada do lado de fora da casa, para que Eliza obedecesse às ordens sem se manifestar.
Bruno chega ao sítio no dia seguinte. Para o delegado, o relato das testemunhas deixa claro o envolvimento do goleiro, de Macarrão e do menor no crime. O goleiro teria dito a Sérgio Camelo – outra pessoa envolvida no caso – e Macarrão que era para eles resolverem o problema.
No dia seguinte, Macarrão, Eliza, com o filho, o menor e Sérgio, segundo o adolescente, entram no Range Rover e vão a Belo Horizonte. Em depoimento à polícia, Sérgio teria dito que não foi para o outro local.
O destino é uma casa em Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte. Eles são recebidos por um outro homem negro, alto, chamado Marcos Aparecido dos Santos – também conhecido como Paulista, Nenem, Bola. De acordo com a polícia, ele foi o assassino de Eliza e seria um ex-policial e adestrador de cães. Ele pega Eliza, amarra seus braços e dá uma gravata, estrangulando-a.
Logo depois, o homem carrega um saco e vai em direção ao canil da casa. O menor conta que viu quando o homem atirou a mão de Eliza para os cachorros da raça rotweillers comerem.
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