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sábado, 26 de junho de 2010

PROGRAMA: Claiton

Ola Boa noite::: Começa mais um programa: Claiton,desta sabado dia 26 de junho!


Vamos conferir o que vamos ter hj:

Dicas de receita para esse fim de semana

vida e estilo
Estreia de feridas de Um Sonho...
um video com Imagens de Maçonaria..

Musica para alegre o fim de sexta feira





Receitaaa


Torta de Frango

Torta de Frango


Tipo de Culinária: Culinária Popular
Categoria: Café da manhã/lanches/festas
Subcategorias: Tortas salgadas
Rendimento: 15 porções
O fermento biológico vai dexiar esta torta de frango lembrando um pão, porém, é mais simples de preparar do que a massa de pão, porque você começa a prepará-la no liquidificador.

Ingredientes

3 unidade(s) de ovo
3 xícara(s) (chá) de leite
50 gr de fermento biológico fresco
1 colher(es) (sopa) de sal
2 colher(es) (sopa) de açúcar
3 colher(es) (sopa) de queijo ralado
1 xícara(s) (chá) de óleo de soja Sadia
5 1/2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
Recheio

2 unidade(s) de peito de frango desossado Sadia cozido(s) e desfiado(s)
1 lata(s) de ervilha
1/2 xícara(s) (chá) de azeitona preta picada(s)
1 lata(s) de Molho de tomate Knorr
1 copo(s) de requeijão

Modo de preparo
Bata muito bem todos os ingredientes da massa no liquidificador, exceto a farinha. Pare de bater e coloque numa vasilha. Misture a farinha de trigo (a massa fica mole). Untever vídeo com óleo uma fôrma desmontável grande, e polvilhe com farinha de trigo. Coloque a maior parte da massa. Por cima, coloque o recheio e espalhe o restante da massa (não tem problema se não cobrir todo o recheio, pois o recheio desce um pouco. É por isso que se deve colocar mais massa antes). Leve ao forno médio, pré-aquecido, para assar. Desenforme quando esfriar


Vida e estilo



Dor e delícia
Quando passou a ser usada para aliviar as dores do parto, no século 19, a anestesia foi comemorada como uma conquista feminina. Hoje, mais e mais mulheres optam por dar à luz sem ela. A gente foi investigar por quê
Por Deborah Trevizan, mãe de Isadora

No mundo todo cresce o número de mulheres que optam pelo parto sem anestesia. No Brasil, um dos campeões mundiais em cesariana, os índices ainda são pequenos, visto que, óbvio, a anestesia só pode ser dispensada no parto vaginal. Ainda assim, cada vez mais mães que buscam o parto natural, com o mínimo de intervenção médica, dispensam a dor da picada e enfrentam a das contrações, da dilatação e da expulsão do bebê. Onde quem opta pela cesariana, temendo o parto normal, vê dor, as mães que evitam a anestesia enxergam prazer. Segundo elas, sentir o nascimento do filho é uma delícia. Para algumas, comparável a um orgasmo.

No livro As 500 Melhores Coisas de Ser Mãe, das publicitárias Juliana Sampaio e Laura Guimarães, autoras do blog que virou programa de TV Mothern, a 29ª melhor descoberta da maternidade é “reconhecer o valor de ter nascido após a invenção da anestesia”; e a 30ª, “ou encarar um parto natural sem isso e descobrir-se mais forte e poderosa do que você jamais se imaginou”. Ou seja, questão de opção. Ninguém é mais mãe por sentir dor, claaaaro. Nem precisava dizer, mas a gente faz questão.

Na primeira vez que a anestesia foi usada com esse fim, corria o século 19. A rainha Vitória deu à luz seu oitavo filho sob efeito do clorofórmio. A peridural, usada até hoje, surgiria só no século 20. No Brasil, o governo passou a pagar ao SUS pela anestesia dada no parto normal apenas a partir de 1998. Na Europa, em geral, as anestesias continuam sendo evitadas. Em outros países, como Espanha, Portugal e nos Estados Unidos, são usadas de forma liberada, mas também cresce o movimento por menos intervenções.

Entre as razões citadas pelas mães para evitar a anestesia estão o desejo de perceber o momento em que os bebês nascem, sentir prazer durante o parto, evitar que os bebês tenham contato com os anestésicos e ter maior mobilidade para amamentar.

Segundo o neonatologista Carlos Eduardo de Carvalho Corrêa, filho de Victor e Silma, um procedimento sem anestesia estabelece rapidamente o vínculo materno. Ele cita estudos que mostram que bebês nascidos de partos sem a necessidade de anestesia, ao serem colocados sobre o ventre da mãe, logo após o nascimento, fazem um movimento em direção ao peito materno, o que não acontece com bebês nascidos sob intervenções anestésicas.

Diminuindo a dor
Mas como conseguir tudo isso? Uma das respostas é recorrendo ao apoio de uma doula, acompanhante de parto que, além de dar apoio e incentivo na hora mais dolorida, ensina técnicas de respiração que ajudam a diminuir o desconforto. A presença dessa profissional, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), diminui em cerca de 60% os pedidos de anestesia. Claro que fica muito complicado não fazer nenhuma preparação prévia e querer ter o filho a seco na hora...

Segundo a doula Cristina Balzano, mãe de Mônica, Miguel e João Pedro, o ideal é que a mulher não prenda o ar durante as contrações. “A respiração tranqüila, pelo abdômen, oxigena também melhor o bebê”, explica. Outras dicas são a escolha da melhor posição, que é individual para cada mulher, massagens e o contato com a água, seja numa banheira, ducha ou com compressas, já que, diz Cristina, a água é um excelente analgésico natural.

Foi a água que auxiliou Mariana Betioli, mãe de André. Compressas feitas nas costas ajudaram no trabalho de parto. “Queria sentir cada momento lúcida, à vontade e segura”. Já Daniela Aragão, mãe de Pedro, Bernardo e Julia, teve os três filhos em partos normais: o primeiro com anestesia; os outros dois, sem. Para ela, não há comparação. “Prefiro quando tenho controle e sei a hora em que tenho de fazer força. Trabalhar em sintonia com o bebê foi a melhor sensação que já vivenciei”.

O próprio organismo se encarrega de produzir substâncias que contribuem para aliviar a dor. “O trabalho de parto oferece as ferramentas para diminuir as sensações dolorosas, produzindo um incremento fantástico nas endorfinas (substâncias conhecidas como “analgésicos do cérebro”)”, diz o obstetra e homeopata Ricardo Herbert Jones, pai de Lucas e Isabel, que relata, no livro Memórias do Homem de Vidro, sua opinião sobre o tema. A incidência das anestesias nos partos que acompanha é de quase zero.

O cérebro tem um poder tão fantástico que basta a gente acreditar que não vai mais sentir dor para ter algum alívio. Segundo um estudo feito na Universidade de Michigan, nos EUA, a simples menção de que iriam receber um anestésico fez com que pacientes que tinham tomado uma substância causadora de dor registrassem um aumento na produção de endorfinas. Acontece que a substância não passava de um placebo, sem efeito nenhum.

O direito de optar
Mas é claro que você não precisa ser radical. É sempre muito bom saber que a gente pode optar pela anestesia se, na hora H, a dor for demais. Heather, mãe de Emily, Lucas, Logan e Anna Elisa, durante sua gravidez mais recente, não queria anestesia de jeito nenhum. Mas, na hora, a dor ficou forte demais. “Estava além do meu limite. Com certeza, a anestesia ajudou.”

O obstetra e acupunturista Marcos José Pires, pai de Leonardo e Nathalia, acredita que a analgesia de parto, se aplicada no momento certo, isto é, quando as contrações ficam mais fortes entre 6 cm e 8 cm de dilatação (o total é de 10 cm de dilatação do colo do útero, quando o bebê nasce), pode garantir que a gestante tenha um parto normal. “Já no início do pré-natal, a mulher se preocupa com a dor. Sabendo da possibilidade de um procedimento que melhore bem essa dor, elas ficam mais estimuladas a tentar o parto normal”.

E, acredite: depois da picada, você realmente não sente nada. É um alívio e tanto quando a coisa começa a ficar insuportável para os padrões de algumas mulheres. Nada de bancar a heroína, não é essa a idéia.

Segundo o obstetra, que também usa a acupuntura para aliviar a dor, a analgesia atua melhorando a evolução do parto normal, facilitando a descida do bebê e a dilatação. Mas o médico alerta que isso só acontece se for feita no momento adequado, com acompanhamento do obstetra e com anestesista experiente. Caso contrário, ela pode favorecer uma parada das contrações uterinas e dificultar a dilatação, aumentando o risco de cesariana.

A Dra. Daphne Rattner, filha de Heinrich e Miriam, técnica da área de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, acredita que mulheres que, sentindo-se bem acolhidas, acompanhadas por pessoas de suas relações e profissionais que lhe inspiram confiança conseguem, muitas vezes, controlar as contrações e até não sentir a dor. Porém, quando essas condições não ocorrem, aumenta a tensão e, conseqüentemente, a dor. Daí a importância da anestesia. O melhor é não fazer nada contra a vontade. A sua, óbvio. Se achar que não precisa, tente sem. Se achar que precisa, peça e pronto. Doa a quem doer. Só não pode doer mais do que você consegue (e quer) suportar.

Conheça os tipos de anestesia:
Local: a anestesia local serve, basicamente, para permitir a episiotomia – corte na vulva ou vagina na hora do parto.

Raquidiana baixa: realizada no período expulsivo, tem ação somente na região perineal e não tira a dor das contrações.

Analgesia de parto: feita durante o trabalho de parto, serve para diminuir ou tirar a dor da contração uterina e provocar anestesia na região perineal. Via cateter, vai sendo injetado anestésico de acordo com a necessidade de cada mulher. Existem duas técnicas, uma com bloqueio simples, peridural, e outra técnica de duplo bloqueio que associa a raquianestesia com a anestesia peridural.


Saiba o que os alimentos funcionais podem fazer por você
O assunto alimentação saudável e balanceada vai muito além das questões relacionadas à boa forma. Cada vez mais a ciência encontra ligação entre o que se coloca na boca e a manutenção da saúde, incluindo a prevenção de doenças e o combate ao envelhecimento (confira no link abaixo as principais substâncias e os alimentos onde são encontradas).


Pois há um grupo de alimentos que não apenas fornece as quantidades necessárias de nutrientes à manutenção do organismo como também traz benefícios ao corpo. São os chamados alimentos funcionais. Entre os benefícios atribuídos a eles está a redução no risco de desenvolver câncer e doenças do coração, além do combate ao cansaço e a sintomas da tensão pré-menstrual.

Conheça mais sobre esses alimentos e o que eles podem fazer por você, com os conselhos das nutricionistas Ana Luisa Kremer Faller, pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional e mestre em Nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Lizandri Rangan, coordenadora do Serviço de Nutrição e Gastronomia do Hospital Leforte, do Grupo Saúde Bandeirantes, de São Paulo.

O que são
O que torna funcional um alimento é a presença de um grupo de compostos identificados nas frutas e nos vegetais, os fitoquímicos, cuja raiz da palavra fito vem do grego planta. Esses elementos são conhecidos como flavonoides, antocianinas, ácidos graxos ômega-3, entre outros. Segundo Lizandri Rangan, eles não são considerados nutrientes já que nossas vidas não dependem deles, como dependem das vitaminas, por exemplo.

Alvos principais
Entre os principais distúrbios combatidos pelos fitoquímicos presentes nos alimentos funcionais destacam-se obesidade, ansiedade e compulsividade, aumento das taxas de gorduras no sangue, disfunções hormonais, anorexia, bulimia, ortorexia (fixação por alimentação saudável), alterações no sono e no humor, dificuldades de aprendizagem, concentração ou memorização, varizes, inchaços, doenças cardiovasculares, alterações na libido, diabetes, artrites, câncer, depressão, doença de Alzheimer, mal de Parkinson, entre outros.

Resultados comprovados
É possível medir os benefícios e malefícios de todos os alimentos, principalmente por meio da realização de exames bioquímicos (mensuração de LDL-colesterol ruim, HDL colesterol bom, triglicérides), exames nutricionais como bioimpedância ou antropometria (mensuração de massa magra, gordura corporal, liquido corporal...), exames físicos (Cabelos quebradiços, unhas fracas, secura labial...), entre outros.

Nada de excessos
Não é porque faz bem que é permitido comer a mais. Os chamados alimentos funcionais devem estar integrados à dieta e nas quantidades corretas, segundo os nutrientes oferecidos e calorias que fornecem ao corpo. "Todos os alimentos possuem uma recomendação desejada de consumo diário de acordo com idade, sexo", disse Lizandri, que explica que uma alimentação balanceada já é suficiente para suprir a necessidade do corpo. "Ingerir altas doses das chamadas vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K, vitaminas que não são solúveis em água), ao contrário, pode até trazer malefícios à saúde. O excesso de vitamina A pode aumentar o tamanho do baço e provocar queda de cabelo. Para todas as vitaminas existe uma quantidade recomendada através da IDR - Ingestão Diária Recomendada ou Consumações de Referência Dietéticas. Quando solúveis em gorduras, são agrupadas como vitaminas lipossolúveis e sua absorção é feita junto à da gordura, podendo acumular-se no organismo alcançando níveis tóxicos. São as vitaminas A, D, E e K. Já as vitaminas solúveis em água são chamadas de hidrossolúveis e consistem nas vitaminas presentes no complexo B e a vitamina C. Essas não são acumuladas em altas doses no organismo, sendo eliminada pela urina", afirmou.

Contra TPM
A ingestão de carboidratos integrais e pequenas refeições em curto espaço de tempo melhoram a oscilação de humor e a depressão. Sais minerais, como o magnésio e vitaminas dos tipos a B6 e a E, aliviam a retenção de líquido e a vontade de comer doces, o mal estar, a fadiga e a ansiedade. "A soja é imprescindível em períodos de TPM, afinal o cálcio nela existente diminui drasticamente o inchaço, a cólica e a enxaqueca. Além disso, o consumo diário de 20 g a 50 g de proteína de soja isolada pode resultar em uma redução de 20% a 30% do risco de doença coronariana e pode reduzir a freqüência e intensidade dos sintomas da menopausa", afirma a nutricionista Lizandri Rangan.

estreia da novela amadora,em tres capitulo... Feridas de um sonho..




Video que relata as imagens de Maçonariaa



musica pra alegra fim de semana..




Bem esse foi programa claiton deste sabadoo..peço desculpa nao ter postado ontem nao esta em condiçoes...estou com baita gripe,que me derrubou de cama...peço desculpa a todos os blogueiros...Abraços apresentador claiton..

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